Desenvolvimento mobile: conheça seu principal gargalo

O smartphone, seja equipado com sistema operacional Google Android ou Apple iOS, se tornou um bem de consumo comum hoje em dia, tão essencial quanto um carro ou uma TV. No Brasil, no segundo trimestre de 2019, houve um crescimento nas vendas de 6,2% em relação ao ano anterior. Desde 2016 não acontecia uma alta como esta!

Em números, segundo o levantamento IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q2/2019, realizado pela IDC Brasil, isso se traduz na comercialização 12,1 milhões de unidades. 

As grandes varejistas brasileiras se empenham em promover trocas de celulares em massa ao oferecerem grandes descontos em aparelhos, o que também pode justificar o crescimento registrado pela IDC.

Para uma software house, o processo de desenvolvimento de um aplicativo mobile que vai fazer parte da sua suíte de produtos não finaliza apenas com o lançamento. Há diversas questões que merecem preocupação. Uma delas é a compatibilidade com os smartphones lançados! 

Conheça mais sobre este gargalo ao seguir a leitura do post.

Entenda o comportamento do consumidor mobile

Segundo a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela FGV, o Brasil tem 235 milhões de celulares, sendo 230 milhões de smartphones em uso no Brasil. 

Adicionando os notebooks e os tablets são 324 milhões de dispositivos portáteis registrados em maio de 2019. Ou seja: 1,6 dispositivo portátil por habitante. 

Estudar a transformação da tecnologia mobile é algo muito interessante. Com poucos anos de diferença é possível notar mudanças profundas tanto estéticas como nos sistemas operacionais. 

O desaparecimento das bordas e a multiplicação das câmeras traseiras são os exemplos mais recentes e notáveis. Hoje, quem passa 4 ou até 5 anos com o mesmo aparelho, precisa praticamente reaprender a utilizar um novo equipamento quando decidir pela troca.

Um consumidor comum tem como perspectiva de uma nova compra a cada 2,8 anos, segundo dados da HYLA Mobile Inc. Seja pela ânsia de fazer parte de uma nova tecnologia ou pela obsolescência do celular antigo.

A bateria é uma das maiores responsáveis pelo tempo de vida do aparelho, segundo Leonardo Munin, analista da IDC na América Latina em entrevista ao G1. “Como a bateria tem um ciclo de mil recargas, e os aparelhos são recarregados três vezes por dia em média, os celulares teriam cerca de dois anos de vida”, explica.

A cada ano o mercado é inundado com lançamentos para todos os gostos e bolsos. Quer exemplo melhor que a decisão, por parte da Samsung, da ‘aposentadoria’ da linha Galaxy J e o lançamento da linha Galaxy A? Com telas de melhor resolução e ticket mais avantajado, rapidamente ganharam o gosto do público.

Já o lançamento do iPhone 11 e suas novas versões causaram furor com o formato das suas novas câmeras traseiras, que receberam as mais diversas (e divertidas) comparações.

Importância de manter os aplicativos compatíveis com diversos sistemas operacionais mobile

E se, de um lado há o lançamento de modelos cada vez mais tecnológicos, é preciso pensar também na questão da evolução dos sistemas operacionais. 

Empresas como Apple e Google, donas dos principais softwares, costumam lançar novas versões anualmente. E há atualizações entre eles, que acontecem com certa periodicidade.  

A realidade então é que diversos sistemas operacionais coexistem. Aparelhos recentes e potentes são equipados com as versões mais novas. Já os antigos, com Android e iOS anteriores.

O que isso significa para quem faz desenvolvimento mobile? 

A cada nova atualização de sistema operacional todos os aplicativos disponíveis, tanto na Play Store do Google como na Apple Store, devem fazer uma avaliação e compatibilização com as mudanças do sistema. 

Isso sem dizer que constantemente as empresas deixam de dar suporte a dispositivos com versões de sistemas muito antigos. Por exemplo, recentemente a Google passou a exigir a compatibilização dos apps com a versão da API 28, ou seja, versão maior que 29. 

Na prática, isso força os consumidores a atualizarem seus celulares e os desenvolvedores a criarem compatibilidade com as novas versões. E isso inclui os seus aplicativos!

Você está preparado para arcar com estes constantes custos de atualização que as stores da Apple e Google impõem? 

É preciso levar em conta que é necessário ter um time altamente especializado em monitorar a atuação dessas duas gigantes para prever as modificações necessárias e já deixar tudo preparado quando o lançamento do novo sistema operacional (ou suas atualizações) acontecer. 

Aí vem a necessidade do cuidado para que o app esteja compatível com o mínimo requerido pelas stores. Já pensou nas consequências de não realizar as adequações necessárias? Estresse, reclamações e até a perda de clientes.

Um processo que pode sair caro, além de ser trabalhoso. Mas, no caso de uma software house como a sua, há uma saída. 

Terceirize o desenvolvimento de aplicativos

A resolução dessa questão, sem dúvida, é deixar a cargo de uma outra empresa, como a TecnoSpeed, o desenvolvimento mobile. Temos a confiança de mais de 1,5 mil clientes, cerca de 30% das empresas desenvolvedoras de software do País segundo dados da ABES  (Associação Brasileira das Empresas de Software).

O PlugMobile é uma plataforma que permite integrar o seu software de gestão desktop com diversos aplicativos mobile como força de vendas, dashboard BI e comanda eletrônica sem a necessidade de programação.

Isso significa que você e seu time de desenvolvimento poderão focar-se em atividades mais importantes para o negócio, deixando a cargo do time da TecnoSpeed todo o trabalho ‘pesado’ de garantir que o resultado final esteja em consonância com os requisitos solicitados tanto pela Apple quanto pelo Google. 

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Formado em Comunicação em Multimeios. Analista de Marketing da TecnoSpeed, focado em produção de conteúdos para mídias digitais.

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