Low code: o que é, como usar e porque investir nessa tendência

O low code é uma das maiores apostas do mercado de tecnologia para 2021 e você não pode ficar de fora dessa. Venha conhecer mais essa oportunidade!


A busca por agilidade e otimização é uma constante no mundo da tecnologia, e isso por diversos motivos. Seja por uma questão econômica, levando em conta a máxima “tempo é dinheiro” ou pelo fato de que uma solução só é eficiente se for, ao mesmo tempo, funcional e simples.

Independente do motivo, o desenvolvimento de software está sempre evoluindo e vira e mexe surgem novidades que vão de encontro a esse contexto, um exemplo disso é o low code.

Se você não conhece o conceito de low code, onde ele é aplicado e nem como pode ser utilizado na sua software house, continue a leitura, falaremos sobre tudo isso no post de hoje! 

Conheça a suíte de aplicativos móveis do PlugMobile.

O que é low code?

Low code, em poucas palavras, diz respeito ao desenvolvimento de aplicações com o mínimo de código possível. A partir deste tipo de recurso ou lógica o processo de desenvolvimento é acelerado, barateado e democratizado, permitindo que até mesmo pessoas sem um conhecimento avançado ou específico na área de programação e tecnologia criem aplicativos, por exemplo.

Outro recurso que segue nessa mesma linha é o no code, mas nesse caso, estamos falando de aplicações totalmente sem código, super visuais e intuitivas, e voltadas para o público completamente leigo em programação. Ou seja, low code e no code são linhas de desenvolvimento próximas, mas que se diferem principalmente em termos de usabilidade e público-alvo.

Vale destacar que o low code não vem para substituir o trabalho dos programadores, mas para agregar e realmente otimizar o processo de desenvolvimento de softwares, além de servir como porta para novas possibilidades de negócio, com os clientes que você já tem e outros que podem surgir.

De todo modo, o conceito de low code não é exatamente novo, afinal, já existem diversas plataformas e ferramentas low code disponíveis no mercado e essa mesma forma de desenvolvimento também já teve outros nomes.

Mas o alerta para você, desenvolvedor, é que esse tipo de tecnologia é uma das maiores tendências para 2021 e os anos seguintes. A expectativa de crescimento anual do mercado de plataformas low code é muito significativa e a estimativa é que em 2025 o investimento nessa tecnologia seja de mais de 45 bilhões de dólares.

Além disso, segundo o relatório da InfoQ de 2020, o conceito de low code está ainda no início da curva de inovação, com poucos adeptos e um investimento tímido, o que significa que este é um excelente momento para estudar e apostar nele, se antecipando e se colocando à frente da concorrência.

Então agora, vamos partir para a prática, te mostrando alguns caminhos e dicas para você começar já a explorar essa nova oportunidade. Vem com a gente!

Por onde começar com o low code?

Veja por onde começar com o low code.

Existem diversas maneiras de começar o low code na sua software house. | Imagem: Pexels

Para quem atua no segmento das software houses e quer passar a trabalhar com low code, existem dois caminhos distintos: desenvolver plataformas low code para que usuários e negócios possam criar suas próprias aplicações sem complicação ou partir para o desenvolvimento de ferramentas low code que podem ser implementadas às suas outras soluções de software, ERPs e outros recursos mais complexos que seus clientes possam utilizar.

Além de decidir de que maneira você quer investir neste mercado, a melhor forma de começar é buscar entender as potencialidades e limitações dessa tecnologia e descobrir qual o melhor uso dela dentro dos seus objetivos e demandas.

Dicas para aplicar o low code

Existem muitas possibilidades e vantagens de se investir em desenvolvimento low code, mas em geral esse tipo de aplicação tem algumas coisas em comum:

Visual first

Por se tratar de uma ferramenta com poucas linhas de código, o apelo visual de qualquer aplicação low code precisa ser consistente e intuitivo, tornando a usabilidade o mais acessível possível mesmo para não programadores.

Além disso, por já ter sempre um ponto de partida, o desenvolvimento low code permite pular etapas burocráticas presentes no início dos desenvolvimentos tradicionais e ir rapidamente para a etapa de desenvolvimento da interface.

Personalização e escalabilidade

Aplicações low code costumam ser modulares, o que garante a possibilidade de personalização dos recursos pelos usuários e é um dos pontos mais fortes deste tipo de tecnologia. A modularidade e o apelo visual trazem praticidade e agilidade, mas é a partir da flexibilidade e personalização que um produto low code ganha escalabilidade.

Funcionalidade

Por fim, conectado com os dois tópicos anteriores, as funcionalidades de uma ferramenta low code precisam ser relevantes e simples, a fim de cumprir seu papel de facilitar um processo.

Onde o low code é utilizado?

Veja onde o low code é mais utilizado

O low code pode ser utilizado em vários contextos. | Imagem: Pexels

Quando o assunto são os locais, ou melhor, situações em que o low code é utilizado, aqui estão as principais:

Soluções acessíveis para não programadores

Como já dissemos, o low code é estruturado com uma codificação mínima e isso possibilita uma das suas maiores aplicações: o uso por não programadores. Usuários leigos em programação são capazes de criar aplicativos e outras soluções de software sem grandes dificuldades.

Digitalização de processos empresariais

A digitalização já passou de uma tendência para uma realidade dentro das empresas e diversos processos antes realizados de forma analógica vêm sendo migrados para os meios digitais – até mesmo os serviços governamentais têm seguido esse comportamento. E considerando toda a praticidade das ferramentas low code, elas podem ajudar (e muito!) nesse processo.

Ferramentas de automação

Seguindo a mesma linha do uso anterior, o low code pode ser muito útil para o desenvolvimento de ferramentas de automação por meio da sua programação modular prévia e sua lógica simplificada. Além de ferramentas específicas de automação, o uso do low code também “automatiza” diversas etapas do processo de desenvolvimento tradicional, como a prototipagem.

Complementos de softwares mais complexos

Outra utilização comum do low code é para o desenvolvimento de complementos específicos de softwares mais complexos, como um ERP. Tais complementos podem ser de diferentes naturezas, desde uma ferramenta de automatização ou uma personalização relevante para um produto ou negócio.

PlugMobile: a solução low code da TecnoSpeed

Por fim, o low code também pode auxiliar na missão de criar versões mobile de aplicações, facilitando o desenvolvimento e a implementação. E é exatamente o que a nossa solução PlugMobile te oferece!

Com alguns conhecimentos básicos, você pode ter acesso e passar a oferecer aos seus clientes um DashBoard BI, para visualização e controle dados com indicadores personalizáveis; uma Aplicação de Vendas, para controle de vendas, pedidos e estoque; e uma Aplicação Food Service, para geração de comanda eletrônica e gerenciamento de pedidos.

Conheça todas as funções do PlugMobile

Seja consumindo ou desenvolvendo aplicações low code, o importante é ficar de olho nessa tendência e em todas as oportunidades que ela pode trazer para a sua software house. E conte com a gente para explorar este mercado e crescer junto com ele!

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Low code, em poucas palavras, diz respeito ao desenvolvimento de aplicações com o mínimo de código possível. A partir deste tipo de recurso ou lógica o processo de desenvolvimento é acelerado, barateado e democratizado, permitindo que até mesmo pessoas sem um conhecimento avançado ou específico na área de programação e tecnologia criem aplicativos, por exemplo. Outro recurso que segue nessa mesma linha é o no code, mas nesse caso, estamos falando de aplicações totalmente sem código, super visuais e intuitivas, e voltadas para o público completamente leigo em programação. Ou seja, low code e no code são linhas de desenvolvimento próximas, mas que se diferem principalmente em termos de usabilidade e público-alvo.
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