Aprenda sobre a revolução da gestão empresarial para empresas de tecnologia com o criador do ERPFlex Ernesto Haberkorn e o CEO da TecnoSpeed Jonathan Santos.
Para escalar uma software house de forma sustentável, reter clientes e se manter relevante em um mercado que se transforma constantemente, é preciso investir em gestão empresarial, com foco em planejamento, organização e decisões estratégicas.
Para explorar esse assunto, a TecnoSpeed promoverá o encontro “A revolução da gestão empresarial por Ernesto Haberkorn”, criador do ERPFlex e do Grupo NETAS, junto com Jonathan Santos, CEO da TecnoSpeed.
Nesta sexta-feira, dia 23 de outubro, às 15h, os convidados vão conversar ao vivo sobre os erros e acertos de uma trajetória empreendedora, as decisões que influenciam o crescimento de uma empresa e os aprendizados de quem acompanhou a evolução do mercado brasileiro de software.
Será uma oportunidade para empresários, gestores e líderes de empresas de tecnologia ampliarem sua visão sobre gestão empresarial, conhecerem experiências reais do setor e descobrirem novas perspectivas para o futuro de seus negócios.
Por que a gestão empresarial é decisiva para o crescimento de uma empresa de tecnologia?
Desenvolver um bom software é fundamental, mas não garante, por si só, o sucesso de uma empresa de tecnologia. Para crescer de forma sustentável, uma software house precisa ir além da qualidade técnica e tomar decisões estratégicas sobre pessoas, processos, finanças, clientes e posicionamento de mercado.
É nesse cenário que a gestão empresarial se torna um diferencial competitivo. Afinal, uma empresa pode ter um produto inovador, uma equipe qualificada e uma carteira de clientes consolidada, mas ainda enfrentar dificuldades para escalar suas operações, manter a rentabilidade e acompanhar as transformações do setor.
Imagine uma software house que conquista novos contratos, mas acumula atrasos nas implantações. O comercial avança, enquanto a operação perde capacidade de atender bem. Nesse cenário, vender mais pode ampliar um problema que já existia.
Outros desafios também exigem atenção: dependência do fundador, demandas excessivas de customização, dificuldades para reter clientes e conflitos entre manutenção e evolução do produto.
Sem critérios claros, uma solicitação urgente pode consumir o tempo reservado a uma melhoria estratégica. Uma contratação pode acontecer antes da empresa compreender o gargalo que precisa resolver.
Por isso, a gestão empresarial precisa conectar as decisões técnicas aos resultados do negócio. É ela que ajuda a transformar objetivos de crescimento em prioridades, equilibrar recursos e construir uma operação capaz de evoluir sem comprometer a experiência dos clientes.
O desafio não é apenas desenvolver um software competitivo, mas construir uma empresa que continue relevante, lucrativa e preparada para crescer ao longo dos anos.
Cinco frentes para fortalecer a gestão empresarial da sua software house
Os pontos a seguir ajudam a organizar essa reflexão antes do encontro. São orientações práticas para o setor; os relatos e aprendizados de Ernesto Haberkorn serão explorados durante a conversa ao vivo.
1. Transforme objetivos de crescimento em prioridades claras
“Queremos crescer” é uma intenção. Para orientar a equipe, ela precisa se transformar em uma direção concreta.
O foco será conquistar clientes de um segmento específico? Reduzir cancelamentos? Ampliar a receita da base atual? Cada objetivo exige ações diferentes.
Escolha prioridades compatíveis com a capacidade da empresa e defina responsáveis, prazos e indicadores. Depois, revise o progresso com frequência. Assim, o planejamento passa a orientar decisões.
2. Acompanhe indicadores que ajudem a decidir
Um painel só contribui para a gestão quando seus dados ajudam a responder perguntas do negócio.
Se há cancelamentos nos primeiros meses de contrato, por exemplo, vale investigar o perfil dos clientes, a implantação e a adoção do sistema. Olhar apenas para novas vendas pode esconder esse problema.
Comece pelos indicadores ligados ao desafio mais relevante da empresa. Defina como serão calculados e quem acompanhará os resultados.
3. Organize processos para reduzir dependências
Quando propostas, contratações e decisões operacionais dependem da mesma pessoa, o crescimento encontra um limite.
Documentar processos e esclarecer responsabilidades ajuda a distribuir decisões. A equipe precisa saber o que pode resolver, quais critérios deve seguir e quando deve envolver a liderança.
Uma ação inicial é mapear as atividades que ficam paradas quando o fundador se ausenta. Esse levantamento mostra onde criar procedimentos, formar lideranças ou delegar com mais clareza.
4. Conecte a evolução do produto às necessidades dos clientes
A gestão de uma software house também passa pela escolha do que desenvolver.
Antes de aceitar uma customização, avalie quantos clientes podem se beneficiar, o esforço de manutenção e a relação da demanda com a estratégia do produto.
Uma entrega pode atender a um contrato e, ao mesmo tempo, aumentar a complexidade da operação. Por isso, produto, comercial e atendimento precisam compartilhar informações e critérios.
Ouvir clientes é essencial. Transformar esse aprendizado em prioridades exige visão do conjunto.
5. Desenvolva pessoas e preserve espaço para planejar
Equipes precisam de contexto para tomar boas decisões. Explicar prioridades, oferecer feedback e preparar lideranças ajuda a construir autonomia.
A própria liderança também precisa reservar tempo para avaliar o negócio. Se toda a agenda estiver tomada por urgências, decisões sobre posicionamento, parcerias e expansão acabam adiadas.
Crie uma rotina de revisão: o que avançou, quais obstáculos se repetem e o que precisa mudar no próximo ciclo? Esse acompanhamento aproxima a estratégia da operação.
Quais erros de gestão empresarial podem limitar o crescimento de uma software house?
Nem sempre os obstáculos ao crescimento de uma empresa de software estão relacionados à tecnologia. Muitas vezes, eles surgem de decisões que parecem pequenas no cotidiano, mas acumulam impactos ao longo do tempo.
Entre os erros mais comuns estão crescer sem conhecer a margem de lucro, contratar sem planejamento, assumir customizações que comprometem o roadmap e concentrar decisões estratégicas no fundador.
Outro risco é priorizar a conquista de novos clientes sem estruturar processos para retê-los. Uma software house pode aumentar suas vendas e, ainda assim, enfrentar dificuldades financeiras caso os custos de operação cresçam mais rapidamente do que a receita.
Também é importante observar a resistência à mudança. Empresas que construíram produtos relevantes no passado precisam continuar acompanhando novas tecnologias, modelos de negócio e expectativas dos clientes.
Identificar esses erros é o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em transformar aprendizados em decisões que fortaleçam o negócio.
E é justamente essa perspectiva que torna valiosa a experiência de empreendedores que acompanharam diferentes fases da evolução do mercado brasileiro de software.
Como conquistar mercado e construir uma marca que resiste ao tempo?
Conquistar clientes é um desafio. Permanecer relevante para eles durante anos exige uma estratégia ainda mais consistente.
No mercado de software, a construção de uma marca duradoura depende de fatores que vão além do produto. Envolve compreender as necessidades dos clientes, demonstrar capacidade de evolução e construir relações de confiança.
Isso significa que a gestão empresarial também precisa considerar o posicionamento da empresa: por que um cliente deve escolher sua solução? Qual problema ela resolve melhor? O que torna a experiência de trabalhar com sua software house diferente?
Responder a essas perguntas ajuda a orientar investimentos em inovação, atendimento, comunicação e expansão.
Ao mesmo tempo, construir uma empresa preparada para atravessar gerações exige capacidade de adaptação. Tecnologias mudam, concorrentes surgem e modelos comerciais evoluem. Uma organização precisa encontrar maneiras de acompanhar essas transformações sem perder sua identidade e seus diferenciais.
A longevidade de uma empresa de tecnologia depende não apenas do que ela desenvolve hoje, mas da sua capacidade de continuar entregando valor amanhã.
O que a trajetória de Ernesto Haberkorn pode acrescentar?
Aos 82 anos, Ernesto Haberkorn é uma das grandes referências da história do software brasileiro. Formado pela FGV, mestre em Engenharia de Computação pelo IPT e autor de 14 livros sobre tecnologia da informação, reúne décadas de experiência em gestão, inovação e empreendedorismo.
Criador do ERPFlex e do Grupo NETAS, Ernesto acompanhou de perto as transformações do setor e os desafios de construir empresas de tecnologia capazes de crescer, conquistar mercado e permanecer relevantes ao longo do tempo.
No encontro com Jonathan Santos, CEO da TecnoSpeed, a proposta é explorar os bastidores dessa trajetória: os erros e acertos de gestão, as decisões que marcaram mais de 50 anos de empreendedorismo e os aprendizados sobre construção de marca, crescimento sustentável e adaptação às mudanças do mercado.
Mais do que conhecer a história de uma empresa, o encontro será uma oportunidade de explorar os bastidores das decisões que marcaram uma trajetória de mais de cinco décadas.
Na conversa com Jonathan Santos, serão abordados temas como:
- Conhecimento técnico e empreendedorismo: como transformar a capacidade de desenvolver tecnologia em um negócio lucrativo e sustentável.
- Erros e acertos de gestão: quais decisões podem acelerar ou limitar o crescimento de uma empresa de software.
- Conquista de mercado: os desafios de ampliar a atuação, conquistar clientes e fortalecer uma marca.
- Longevidade empresarial: como acompanhar as transformações tecnológicas e manter a relevância ao longo do tempo.
- Experiências empreendedoras: os aprendizados construídos em décadas de atuação no setor.
Para quem lidera uma software house, será uma oportunidade de aprender com a experiência de quem ajudou a construir a história do software brasileiro e refletir sobre como aplicar esses conhecimentos às próprias decisões de negócio.
Além do Software e Software House de Sucesso: explore mais sobre gestão empresarial
O encontro reúne o Além do Software e o Software House de Sucesso, dois projetos da TecnoSpeed que compartilham o propósito de levar conhecimento, inspiração e experiências reais para quem empreende no mercado de tecnologia.
Enquanto o Além do Software promove conversas com grandes nomes do setor, explorando suas trajetórias, desafios e aprendizados, o Software House de Sucesso oferece conteúdos práticos, masterclasses e estratégias para apoiar a gestão empresarial e o crescimento sustentável das empresas de software.
Juntos, os projetos conectam a experiência de quem já construiu grandes negócios aos desafios de quem busca crescer, inovar e prosperar no mercado de tecnologia.
FAQ sobre gestão empresarial para software houses
Qual é a diferença entre gestão empresarial e gestão de projetos?
A gestão empresarial considera a empresa como um todo, incluindo estratégia, pessoas, finanças e clientes. A gestão de projetos organiza entregas específicas, com escopo, prazo e recursos definidos.
Como melhorar a gestão de uma pequena software house?
Comece identificando o principal gargalo da operação. Defina uma prioridade, organize responsabilidades e acompanhe poucos indicadores para avaliar se as mudanças estão funcionando.
Quais indicadores uma software house deve acompanhar?
A escolha depende do modelo de negócio. Receita, retenção, prazo de implantação, qualidade do suporte e adoção do produto são pontos de partida para acompanhar a operação.
Como reduzir a dependência do fundador?
Mapeie as decisões concentradas nele, documente processos e delegue com critérios claros. Prepare a equipe e estabeleça uma rotina de acompanhamento para ampliar a autonomia.
Quando acontece a live com Ernesto Haberkorn?
O encontro acontece em 23 de outubro de 2026, sexta-feira, às 15h, ao vivo e gratuitamente, com Ernesto Haberkorn e Jonathan Santos.
