Intermediador de pagamentos: respondemos suas dúvidas

Para alguns, o intermediador de pagamentos são verdadeiros facilitadores. Para outros, a solução pode tornar-se uma dor de cabeça. Confira nosso post!


Quem inicia no mundo corporativo precisa ter em mãos uma série de ferramentas para que o negócio flua corretamente. Você, empresário, muitas vezes recorre a um contador para resolver questões burocráticas, não é mesmo? Mas e quanto às emissões de boletos, como fica? É necessário adotar um intermediador de pagamentos ou aderir a um sistema próprio?

Para você que está com essa dúvida, trouxemos a explicação definitiva sobre o que é um intermediador de pagamentos e para quem esse tipo de serviço é indicado. Claro, não deixamos de falar também sobre a implementação de uma API própria, para aqueles que estão atrás de um sistema único!

Por isso, continue aqui e entenda tudo sobre o assunto! Boa leitura. 

O que é um intermediador de pagamentos?

Um intermediador de pagamentos, é um método utilizado por inúmeros negócios para a realização de pagamentos através de uma empresa terceirizada. 

Diferente do ciclo comum, no qual uma empresa gera um boleto diretamente para o seu cliente, o intermediador está ali para desempenhar essa função, tornando o processo um pouco menos burocrático para o vendedor, porém mais longo ao cliente. 

Em um e-commerce, por exemplo, ao invés da empresa criar de um sistema somente para gerar as notas fiscais de seu produto, pode haver a contratação de um intermediador e, diante essa escolha, a terceirização do pagamento passa a acontecer.  

Qual o público-alvo desse sistema?

O público-alvo, que consequentemente se torna a finalidade desse sistema, são as empresas de pequeno porte ou os prestadores de serviço que trabalham de maneira solo, como um Microempreendedor Individual (MEI).

A terceirização desse tipo de serviço é uma maneira de auxiliar no funcionamento legal dessa empresa e também de diminuir os custos com o desenvolvimento de um software somente para essa função.

Uma exemplificação dessa situação acontece, por exemplo, em pequenas lojas do Instagram. Ao invés desses negócios criarem um sistema somente para emissão de documentos fiscais, eles recorrem ao intermediador de pagamentos e utiliza-o como forma de receber de seus consumidores. 

Prós e contras de um intermediador de pagamentos

Você, empresário, deve analisar detalhadamente sobre esse tipo de terceirização antes de adotá-lo na sua empresa. Mesmo que a finalidade seja bastante atrativa e que demonstre (aparentemente) somente pontos positivos, cada um é contemplado de uma maneira por esse sistema.

Por isso, separamos aqui alguns prós e contras desse tipo de intermediador de pagamentos, para que você entenda se esse método realmente é indicado para o seu negócio ou se vale mais a pena investir num software próprio. 

  1. Pouca emissão de boletos

Em primeiro lugar, precisamos destacar que o intermediador de pagamentos possui uma escala menor de emissão de boletos e demais documentos fiscais. Diferente de um sistema próprio, que possui uma quantidade ilimitada para essa função, as empresas que trabalham com esse tipo de serviço disponibilizam somente uma quantidade específica por mês.

Para você que possui uma pequena empresa que emite entre 10 e 50 boletos por mês, o intermediador é uma ótima opção. Contudo, se o número for maior, indicamos que busque pela adoção de uma API ao seu software.

  1. Sistema ágil

Sem dúvida alguma, não podemos negar que o intermediador de pagamentos é um sistema ágil. Mesmo que muitos negócios tenham medo de adotar essa forma de pagamento, existem diversas empresas no mercado brasileiro que trabalham com essas plataformas e que realmente entregam serviço de qualidade.

Por isso, se você tem um pequeno comércio, como falamos acima, e está em busca de um sistema ágil, procure pela terceirização. 

  1. Preço elevado

Porém, nem tudo são flores! Falamos até aqui sobre dois prós desse sistema, mas existe também um lado negativo. Além de não ser indicado para empresas de geram uma quantidade maior de documentos fiscais, o intermediador de pagamentos também possui um custo elevado.

Sim, talvez pareça um pouco estranho essa afirmação, afinal muitas pessoas acreditam que ter um software próprio sai mais caro que utilizar os sistemas terceirizados. No início, isso realmente é verdade. Porém, durante um ano de uso desses intermediadores, por exemplo, a taxa paga para cada emissão acaba ultrapassando a quantia gasta para aplicar uma API de emissão a sua empresa. 

Ou seja, desenvolver um programa de emissão próprio, a longo prazo, é mais benéfico que utilizar os serviços terceirizados — ainda mais para os negócios que precisam de emissões em em grande escala. 

  1. API para emissão de boletos

Até aqui entendemos qual é a finalidade e o público-alvo que o intermediador de pagamentos atinge. Mas, após os prós e contras, não poderíamos deixar de falar para você, empresário, sobre as vantagens de adotar um sistema próprio de emissão de boletos integrado a sua software house. 

Para você que já possui um e-commerce de grande visibilidade e saída de produtos, por exemplo, a opção ideal é de adotar esse tipo de sistema único. Além de ser mais econômico — pois não é necessário pagar em todas as compras uma taxa ao intermediador — o valor gasto com o desenvolvimento da API é diluído ao longo do tempo.

Ou seja, torna-se mais econômico no longo prazo, além de ser menos complexo ao consumidor caso haja algum problema durante a compra. O cliente não precisará recorrer à terceirizada para resolver a situação, podendo solucionar e diminuir o processo diretamente com você. 

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Conclusão

Ao fim concluímos que o intermediador de pagamentos é um excelente sistema para empresas de pequeno porte e para pessoas que trabalham com prestação de serviço em menor escala. Como o próprio ditado popular já diz, esse tipo de terceirização é “uma mão na roda” para inúmeros negócios.

Porém, mesmo que haja essa vantagem para os pequenos comerciantes, para os empresários que já possuem o seu empreendimento consolidado no mercado e com uma saída de produtos maior, a adoção de uma API para emissão de documentos fiscais é a mais indicada.

 

Formado em Comunicação em Multimeios. Analista de Marketing da TecnoSpeed, focado em produção de conteúdos para mídias digitais.

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