6 dicas para migrar software desktop para nuvem sem complicações

A dificuldade de alinhar as equipes é uma das dificuldades que os desenvolvedores encontram ao migrar software desktop para nuvem em uma empresa.


Quem deseja migrar software desktop para nuvem precisa enfrentar vários desafios. Mas, embora o processo exija muito esforço, é importante seguir mesmo diante das adversidades. O desenvolvedor deve perceber o valor agregado, já que essa ação envolve todos os níveis da empresa e traz vários benefícios.

O mercado exige cada vez mais que os sistemas sejam modernos e atualizados, porque uma empresa desatenta a processos otimizados corre sérios riscos de ficar para trás na competitividade.

Com isso, milhares de organizações no Brasil e no mundo já adotam novas estratégias para se tornarem mais relevantes no mercado. E, nesse cenário, migrar software desktop para nuvem é uma tendência inevitável para definir a sobrevivência do negócio.

Por que migrar software desktop para nuvem?

Leva-se em conta que as equipes ganham mais agilidade, versatilidade e acesso facilitado às informações a qualquer momento ou lugar. Além disso, perde-se o alto custo para manter um software legado, até pelas longas horas que ele exige para análise, arquitetura, desenvolvimento, processamento e outras atividades.

Essas são apenas algumas vantagens que uma plataforma web proporciona aos processos, provando que a atualização dos sistemas é mais do que necessária em tempos de transformação digital.

E, se esse processo é trabalhoso! Começar do zero pode ser ainda mais complexo, sem contar os riscos. Imagine o trabalho que seria mapear todo o conhecimento levantado nos sistemas legados durante a história da empresa.

Essas informações são preciosas demais para serem descartadas. Por isso, a atualização é o melhor caminho para manter a empresa relevante e forte no mercado com o menor prejuízo possível nos processos.

E se você ainda não conhece os desafios, preparamos este artigo que irá prepara-lo para as principais dificuldades que podem surgir ao migrar software desktop para nuvem. Confira a seguir!

1. Mudança de linguagem e tecnologias

Muitas vezes, os desenvolvedores que trabalham nos softwares da sua empresa estão acostumados com um tipo específico de linguagem. Quando precisam trabalhar com outros formatos, eles sentem dificuldades e, consequentemente, podem até atrasar as entregas.

Para reduzir os efeitos desse contexto, é importante preparar as equipes para entenderem como atuar em diferentes tecnologias. Cada pessoa tem uma curva de aprendizado diferente e, quanto antes ela aprender a trabalhar com outras linguagens, menor será o desafio de migrar software desktop para nuvem.

Essa é uma característica que pode ser avaliada durante a construção do time. Outra solução é manter a interação entre os profissionais para que todos possam aprender uns com os outros e adquirir novas habilidades.

2. Resistência das equipes que utilizarão o software

É fato que os colaboradores nas empresas já estão acostumados com todas as tecnologias implantadas. Afinal, foram treinados para atuar com os sistemas e plataformas atuais e já estão integrados à rotina habitual. Por isso, mudanças nos processos muitas vezes é vista com maus olhos pelas equipes que usam o software.

Essa resistência é normal, mas acaba se tornando um obstáculo que precisa ser quebrado durante a implementação dos novos modelos. Para isso, é preciso direcionar os gestores a ressaltarem a importância e relevância do software em nuvem para seus colaboradores.

Uma vez que os benefícios para o fluxo de trabalho se tornam claros, todos ficam mais alinhados e receptíveis a essa transformação digital das atividades. A missão, então, é garantir que as equipes possam colaborar com as mudanças e estejam proativas para se adaptarem aos novos sistemas.

3. Baixo conhecimento da equipe

Pegando o gancho no tópico anterior, essa resistência pode estar ligada justamente ao baixo conhecimento da equipe a respeito da nova tecnologia a ser aplicada. Por isso, uma explicação se faz tão necessária para esclarecer os valores e as funcionalidades do novo software.

Mais do que isso, é importante que todos estejam alinhados e possam utilizar os sistemas adequadamente. A atualização dos processos precisa ser feita em escalas, o que exige um aperfeiçoamento contínuo das plataformas pelos desenvolvedores.

Com isso, o mau uso e a falta de conhecimento dos usuários podem acarretar em bugs de sistema, ou mesmo na criação de códigos com problemas. A solução para a falta de conhecimento é aplicar treinamentos e consultorias adequados aos colaboradores, mantendo-os interessados em aprender e mudar a rotina de trabalho.

4. Apego ao software antigo

Outro desafio para o desenvolvimento é tomar cuidado com o apego ao software antigo. Assim como as equipes podem ter dificuldade para migrar, os responsáveis pela criação dos novos sistemas também podem enfrentar o mesmo problema.

O apreço pelo produto desenvolvido previamente pode ser um forte obstáculo para que o modelo web seja bem planejado. Isso pode ser provocado pela satisfação de ver o quanto o software desktop beneficiou a empresa e como o resultados de esforços do passado foram valiosos.

Como consequência, os desenvolvedores podem seguir um caminho perigoso de replicar telas e fluxos de trabalho do sistema anterior no novo modelo. O problema desse cenário é que a estratégia raramente dá certo, com resultados disfuncionais e pouco evoluídos que causam gargalos no desenvolvimento.

Afinal, de que adianta todo o trabalho de realizar uma transformação digital se os processos seguirem da mesma forma? O objetivo é justamente evoluir os modelos, trazendo melhorias. Esse é um ponto para o qual a equipe de desenvolvimento precisa estar atenta, trabalhando o desapego do software legado.

5. Equipe sobrecarregada

O processo de migrar software desktop para nuvem precisa ser pensado a partir de um planejamento estratégico que reestrutura as atividades da equipe de desenvolvimento. Além das tarefas já presentes no pipeline, eles terão que se dividir entre o desenvolvimento das novas linguagens, configurações, plataformas e muito mais.

De quebra, ainda precisam cuidar da manutenção do software legado durante a implementação dos novos modelos. Com tantas tarefas, mais um desafio é conseguir organizar o fluxo de atividades sem que a equipe fique sobrecarregada e que consiga alcançar as metas estipuladas.

Do contrário, o resultado será um time de desenvolvedores esgotado e um trabalho comprometido. Como consequência, o software a ser entregue terá mais chances de apresentar problemas causados por uma baixa qualidade e falta de atenção.

6. Dificuldades de implementação na web

Porém, o maior desafio na troca de sistemas está na implementação oficial. A ação está suscetível a uma série de fatores que podem dar bastante dor de cabeça.

A internet pode cair, pode surgir um erro crítico de última hora, informações podem ser perdidas e, no pior cenário, a empresa toda pode ficar parada, perdendo horas ou até dias de trabalho.

Por isso, a fase de testes é uma das mais importantes na troca de sistemas. É a hora derradeira para identificar qualquer problema que possa prejudicar a implementação. E, para cada módulo, é preciso correr uma forma de teste diferente para elevar a segurança das aplicações.

API REST da TecnoSpeed!

Os desafios que listamos neste artigo são apenas alguns dos principais riscos para migrar software desktop para nuvem. Embora seja trabalhoso superá-los, o resultado final leva a processos mais modernos e competitivos. E esse deve ser o incentivo para seguir em frente e criar estratégias para cumprir a missão!

A nossa dica é utilizar uma API REST para lidar com as partes mais críticas do software. Esse tipo de aplicação usa restrições arquiteturais que ajudam em tarefas como a emissão de documentos fiscais e diminuem os desafios de implementar módulos específicos. Confira como uma API REST facilita a migração do seu software para a nuvem!

Formado em Marketing. Redator do Grupo TecnoSpeed. Escreve artigos e conteúdos para TecnoSpeed DF-e, Certificados Digitais e WiFire.

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